Crise hídrica: como cidades podem reverter o problema?

A fonte está secando… literalmente! A escassez de chuva, o aumento do desmatamento e o uso incontrolado e indevido de recursos naturais são alguns dos principais motivos para a atual – e maior – crise hídrica já vivenciada no país nas últimas décadas.

Tudo isso coloca em risco não somente a capacidade energética das cidades daqui para frente, como também apresenta impactos já sentidos no clima e no bolso dos contribuintes, como o aumento das contas, represas completamente vazias, reincidência de fenômenos naturais etc.

E muito mais do que encontrar soluções imediatas, a crise hídrica serve (ou deveria) como exemplo do que precisamos investir e acreditar no futuro próximo. Pensando justamente nisso, trouxemos este debate a seguir, com dicas, ideias e propostas para reverter o problema.

Vamos conferir?

O panorama da atual crise hídrica no Brasil

Não precisa ser um especialista para perceber que algo de muito sério vem se reforçando no modelo de geração energética brasileiro nos últimos tempos.

Os aumentos consecutivos nas contas de luz, a ausência de chuvas em regiões e períodos específicos do ano, o crescimento de queimadas em biomas naturais, a aparição de fenômenos naturais como a atual tempestade de poeira em São Paulo, entre outros inúmeros exemplos, são a maior prova de que há um problema ambiental e boa parte dele tem origem na má exploração dos nossos recursos.

Hoje, mais de 70% de toda a energia gerada no país vem de usinas hidrelétricas, o que é compreensível visto a riqueza dos recursos fluviais que o país detém.

No entanto, quando há um excesso nesse consumo, somado a práticas insustentáveis como devastação de florestas, escassez de chuvas, aumento da poluição dos grandes centros, uso indevido do solo, monoculturas e outros, obviamente que, pouco a pouco, este modelo se desgasta e, consequentemente, se torna incapaz de atender a toda a demanda sozinho.

E que soluções são possíveis para a crise hídrica?

Vale reforçar aqui que não cabe mais discutirmos paliativos ou soluções temporárias para a atual crise hídrica no Brasil.

É preciso pensar em planejamento estratégico e no futuro de nossa sociedade! Logo, é fundamental agirmos a partir de agora e incentivar o investimento em ideias e propostas, que já são realidade e estão à disposição de nossos gestores, tais como:

  • A descentralização da geração de energia por hidrelétricas e o investimento em outras fontes renováveis, tais como usinas eólicas, solares etc;
  • Implementação de casas, empresas e cidades mais inteligentes e sustentáveis;
  • Conscientização civil sobre o uso de recursos, incentivo à redução de consumos, reaproveitamento de recursos etc;
  • Otimização energética por meio de projetos e tecnologias mais avançadas nas cidades;
  • Uso de equipamentos e fontes mais sustentáveis e econômicos, tais como lâmpadas de LED, biomassa nas indústrias, placas fotovoltaicas etc;
  • Projetos de preservação ambiental mais incisivos.

Em resumo, essas são algumas dicas e informações úteis sobre a atual crise hídrica que assola o Brasil e como algumas práticas e investimentos já seriam soluções viáveis – e imediatas – para começar a reverter este cenário perigoso e com muitas incertezas para o futuro próximo.

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(Imagem: divulgação)

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